Pró-Praia, concorda com a medida anunciada pela edilidade de não avançar com a conclusão do Mercado do Coco

27 de janeiro de 2021

Mercado do Coco, na Várzea, cidade da Praia
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A Associação para Desenvolvimento da Praia, Pró-Praia, concorda com a medida anunciada pela edilidade de não avançar com a conclusão do Mercado do Coco. Porém, pede que sejam clarificadas questões como todo o investimento feito, a proposta de localização e os custos de construção de um novo mercado.

Desde o anúncio da construção que a Pró-Praia foi contra a localização do Mercado do Coco. Por isso, diz José Jorge Pina, presidente da associação, a medida anunciada por Francisco Carvalho é acertada.

No entanto, apesar de a Pró-Praia estar de acordo com a medida, José Jorge de Pina defende que é preciso clarificar, com alguma urgência, questões importantes.

A Pró-Praia acredita que a ribeira entre Paiol e Fazenda poderia ser aproveitada, construindo-se sobre pilares um complexo com uma novo mercado, nova Sucupira e uma estação de transportes urbanos. 

Sobre a diminuição do valor do Imposto Único sobre o Património, IUP, José Jorge Pina está convicto que a medida vai permitir aumentar a arrecadação e diminuir a pressão financeira sobre o cidadão.

inda sobre as medidas anunciadas, a Pró-Praia concorda que é preciso ter um programa de habitação social municipal e que a diminuição das rendas das moradias classe A do "Casa para Todos vai permitir maior inclusão social.

A associação diz que vai fazer chegar, formalmente, as suas propostas à nova equipa de gestão do município e espera que sejam levadas em conta nos momentos de decisão.

 

 

Reportagem RCV com jornalista Emerson Pimentel


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